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Dos 85 sites de indústria de alimentos e bebidas que medimos, 7 em cada 10 levam mais de 10 segundos para carregar no celular.
Quem procura a sua marca no Google não pode cair no supermercado. O comprador de rede, o distribuidor e a indústria precisam achar a fábrica, a ficha técnica e o caminho até o seu comercial. Direto comigo há mais de 14 anos.
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Dos 85 sites de indústria de alimentos e bebidas que medimos, 7 em cada 10 levam mais de 10 segundos para carregar no celular.
Dos 77 sites que analisamos, mais de 6 em cada 10 não têm o código que explica ao Google e às IAs quem é a empresa e onde ela fica.
Das 206 indústrias de alimentos e bebidas que levantamos no Google Maps, mais da metade não tinha site próprio no ar.
O nome do seu produto leva ao site do supermercado, não ao seu. O comprador de rede e o distribuidor nunca chegam ao comercial.
Não fica claro o que a empresa fabrica, para quem e em que volume. O Google e a IA não sabem o que indicar.
Uma lista com o nome e a palavra "consultar", sem foto, embalagem nem validade. Ninguém pede amostra do que não vê.
Selo de inspeção, laudo e rastreio por lote ficam numa página que ninguém abre. É na entrada que o comprador decide.
Sem formulário, ou com um robô de chat no lugar. Ninguém pede ficha técnica para robô.
Certificado vencido com tela vermelha, "novo site em breve" há anos, lentidão no celular. O comprador desconfia e pede desconto.
Quem procura o que você fabrica tem que cair em você e pedir amostra ali mesmo. Parecer do tamanho que você é na conversa com a rede, receber contato já dizendo se é compra, revenda ou distribuição, e aparecer quando alguém pergunta a uma IA quem fornece na sua região.
Quero ser achado pelo produtoFoto, embalagens, validade, conservação, alergênicos e o botão de pedir amostra ou cotação. É o que tira a busca do supermercado.
PDF que sai da mesma base do site, sempre atualizado. Sem versão velha circulando no WhatsApp.
Selo de inspeção, registro, certificações, laudo e rastreio por lote na primeira página. Só o que você tem.
Indústria, food service, varejo, distribuição e exportação, cada um com a sua página e o seu contato.
Formulário com empresa, cidade e região, e área do representante com tabela e material de venda atrás de senha.
O código que explica quem é a empresa e o que ela fabrica, link que abre com imagem no WhatsApp e cadeado sempre em dia.
Ainda não publiquei um case de alimentos. O mais parecido é o da Mazaflex, indústria de Xanxerê, no polo da agroindústria: sete linhas de produto, cada uma com a sua especificação, e um catálogo que se atualiza pelo sistema da fábrica. É o mesmo trabalho que um site de alimentos pede.
Site costuma ser vendido como "é personalizado, a gente vai vendo". Aqui não. A data vai por escrito no contrato antes de começar.
Antes de qualquer desenho, pesquiso o seu mercado, os concorrentes (inclusive os importados) e as oportunidades. O projeto leva de 2 a 4 semanas, dependendo do tamanho. Toco no máximo três por vez, e é por isso que a data que eu combino é a data que eu cumpro.
Há mais de 14 anos ajudo empresas a construir autoridade na internet, e hoje meu foco são as indústrias. De lá pra cá já foram mais de 350 projetos, sempre com o mesmo compromisso: deixar o seu negócio com uma presença à altura do que ele realmente é.
Meu papel é te levar de onde você está hoje até uma presença digital que mostra o tamanho da sua indústria e fortalece o seu comercial. E quando você me chama, é comigo que você fala, não com um atendente que vai "ver com a equipe". Cuido do site, do e-mail profissional e do suporte, do primeiro papo ao acompanhamento de longo prazo. Não sumo depois de entregar.
Não. O site mostra o que vocês já têm, sem inventar selo. O que existe vai para a entrada, onde o comprador decide se pede amostra.
Não precisa. A ficha aberta traz o que o comprador pede: embalagem, validade, conservação e alergênicos. A completa vai por pedido ou na área do representante.
Para o consumidor, não. Mas o comprador de rede e o distribuidor também caem na prateleira e nunca chegam ao seu comercial. Página por produto e "seja distribuidor" resolvem.
Pode. O que a equipe cadastra no sistema aparece no site sozinho, sem digitar duas vezes.
Só se exporta ou vai exportar. Para começar, uma página em inglês com produtos, certificações e contato basta.
É o que mais atrasa projeto. Combina-se um dia de fotos da produção, respeitando o uniforme e as regras de higiene da casa.
Me conta sobre a sua indústria. Eu olho o seu site sem custo e te mostro, na prática, onde ele deixa o comprador desconfiado e o que fazer pra ele mostrar a força que a sua estrutura tem. E-mail e suporte entram na conversa também.